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sexta-feira, 4 de março de 2011

Desfile de Carnaval do Pré-escolar, 1º Ciclo e Santa Casa de Sardoal

No dia 4 de Março foi o Desfile de Carnaval das crianças do Pré-escolar e do 1º Ciclo de Sardoal.
Vinham muito animados, tal como as professoras; cada sala tinha um tema diferente. As crianças do Pré-escolar vinham fantasiados com as Quatro Estações do Ano...foi preciso muita imaginação para conseguirem os resultados. Estavam muito giros.

Os mais crescidos do 1º Ciclo vinham diferentes, mas com o mesmo alinhamento, a Natureza. Fantasiaram-se com um assunto bem sério, os problemas ecológicos do nosso Planeta. Cada sala tinha um tema, uns estavam ligados à àgua, outros à reciclagem, à terra...vinham muito divertidos, alegres e coloridos. Claro que também havia fantasias ditas "normais"... fazem parte desta época de fantasia.

Os pais, avós, tios e vizinhos não quiseram perder pitada e ao longo da rua e em redor do Pelourinho, estavam a assitir.

Os idosos da Santa Casa da Misericórida de Sardoal não faltaram ao Desfile, vinham fantasiados de Personalidades da História....desde o Elvis Presley à Cleópetra...vinham muito divertidos também.




terça-feira, 19 de outubro de 2010

1º Ciclo de Sardoal

No dia 19 de Outubro iniciámos as nossas actividades com o Agrupamento de Escolas de Sardoal. A primeira turma que veio do 1º Ciclo de Sardoal, foi a Turma A.

Foi a Hora do Conto, onde ouviram a história O H Perdeu Uma Perna, de Ana Vicente, com ilustrações de Madalena Matoso, editado pela Oficina do Livro.

Sendo uma turma do 1º ano, estão agora a iniciar a aprendizagem das letras...e esta história fala-nos de uma grande desgraça que aconteceu ao H...estava ele a tomar banho no mar quando perdeu uma perna!!!! E agora?! Tinha de encontrar uma solução. Pensou em pedir ajuda às outras letras do alfabeto...mas não correu como imaginado.
É uma história divertida que percorre todas as letras do alfabeto, com palavras associadas a cada uma delas.

Depois conversámos sobre a história, sobre as letras e livros e consultaram alguns livros.





quarta-feira, 9 de junho de 2010

Encontro com o Passado - Turma B 1º Ciclo de Sardoal





No dia 9 de Junho foi a vez da turma B do 1º Ciclo de Sardoal ter um Encontro com o Passado.

Fomos também visitar a Casa Grande, e claro que começámos pela Biblioteca. Depois fomos ao "corpo central" da casa, e aí começámos a ter uma ideia de como teria sido esta grande casa. O grande salão nobre, as salas, quartos com as conversadeiras ou namoradeiras, a sala de jantar, hoje um bocadinho estragada, mas tentámos imaginar como seria noutros tempos; a casa-de-banho no exterior e a grande cozinha. Depois fomos à Capela Nossa Senhora do Carmo, e mais uma vez, tentaram abrir a porta...mas nada...não conseguem descobrir o segredo daquela fechadura.

Ai perceberam que afinal o retábulo é de madeira, apesar de parecer ser de pedra mármore; viram a imagem da Senhora do Carmo, o seu brasão de armas no tecto da Capela; o coro-alto que não tem escada..mas afinal a entrada é feita pelo interior da casa, para que os nobres não se misturassem com o povo.

No final regressaram à escola... o tempo ajudou, pois nunca choveu durante a "viagem" das crianças.






























Encontro com o Passado - Casos Novos






No dia 8 de Junho, a escola do 1º Ciclo de Casos Novos vieram à Biblioteca para terem um Encontro com o Passado.

Como aconteceu com as outras turmas, foram visitar a Casa Grande, ou dos Almeidas. Ficaram a saber que a Biblioteca pertence à Casa Grande e que esta só termina na Capela Nossa Senhora do Carmo.

Começámos pela Biblioteca, mais precisamente, pelo sótão e fomos "descendo". Depois passámos para a outra parte ao lado. Como está desabitada, é uma casa diferente, mas ficam a ter uma ideia de como seria a casa nos primeiros tempos, vemos os grandes salões, a sala de jantar, imaginamos como seria a jardim, a grande cozinha...

No final, fomos até à Capela Nossa Senhora do Carmo. Uma das coisas divertidas é tentar abrir a porta..ela tem um segredo...e nenhuma das crianças ainda o conseguiu desvendar.

Enquanto esperavam pelo autocarro, aproveitaram para beber o leite e ler algumas revistas e jornais.























































quarta-feira, 19 de maio de 2010

Actividade com 1º Ciclo de Panascos

No dia 19 de Maio o 1º Ciclo de Panascos, Alcaravela, veio à Biblioteca aprender o que é ser Apicultor, na actividade a Profissão dos Nosso Avós.
Quem veio explicar foi o nosso colega Paulo Casola Pedro, que por coincidência, é pai de uma das meninas desta turma.

As abelhas são um dos animais mais preciosos para o nosso ecossistema mundial. Sim, estes pequenos seres são uns dos responsáveis pela polinização das plantas, e sem as abelhas, não haveria flores nem frutos.
Qualquer colmeia tem como chefe uma abelha-mestra, é ela que gere as crias, com ajuda dos zângãos, os machos. Este são umas abelhas que só servem para reprodução e para comer, por isso quando deixam de fazer falta, são expulsos da colmeia.



São enxames muito bem organizados, desde a mestra até às obreiras e às que tratam da segurança, as que ficam na "porta" de entrada, na placa de aterragem. Elas expulsam os inimigos, reconhecendo o cheiro, sejam outras abelhas ou outros animais. Sim, reconhecem pelo cheiro, pois as de mesma colmeia, têm cheiro igual.



Produzem uma espécie de cola para "colar" os inimigos e para protegerem o interior.
Cada colmeia é constituída por alças, onde são colocadas as placas com os favos de cera. A placa é comprada e colada à estrutura de madeira, aquecendo a cera, ou derretendo-a. A zona inferior da colmeia é reservada às abelhas, onde elas produzem o mel para seu alimento e têm a sua prole. cada abelha mestra pode gerar milhares de abelhas e a sua vida é de cerca de 4 anos. Já as outras abelhas são cerca de 16 dias. Algumas colmeias chegam a ter 80 mil abelhas!!! Por isso têm de ter mais pisos.



Os restantes andares são para o apicultor, é daí que retira o mel.
A abelha-mestra destaca-se das outras, tem o abdómen maior. É ela quem manda na colmeia. Quando há excesso de abelhas, o enxame sai e forma outra família.



A mestra tem um "ninho" diferente, enquanto as outras abelhas crescem dentro dos favos, a abelha-mestra cresce na vertical, num casulo diferente.

O Paulo já apanhou cerca de 20 enxames este ano. E como faz? É uma parte engraçada, imaginem que está um numa árvore, basta por uma peça de roupa lá, que elas sabem que vão ter casa nova e esperam que ele chegue com uma colmeia. "Bate" o exame para dentro de uma. Aqui já tem de ser duas pessoas, uma segura na colmeia e a outra bate com um pau e assobia. Pois...afinal elas gostam do assobio e entram.

Estas fugas são chamadas de enxemeação.

Para se aproximarem têm de ir devidamente protegidos, com fato próprio, luvas, dois pares de calças de ganga, botas altas e o fumigador, um instrumento que faz fumo, para ficarem mais calmas.

Nesta zona as abelhas gostam de rosmaninho, eucalipto e urze para produzirem o mel. Este é tirado depois de S. João. Apesar deste ano estar atrasado, pois com a chuva as flores floriram tarde. Cada alça dá cerca de um litro de mel. Por vezes, voam cerca de 7km para conseguir encontrar as flores pretendidas.

No inverno, o apicultor tem de alimentar as abelhas, sim! Dá-lhes uma pasta sólida e doce, à base pólen em grão. Na altura da primavera, é mais líquida e até pode dar mel.
Para retirar o mel, actualmente usa-se uma máquina centrifugadora, onde são introduzidos os quadros, previamente retirada a primeira camada da protecção que elas fazem, e estes giram lá dentro e o mel escorre.
O mel de cortiços, que são as antigas colmeias feitas de cortiça, que ainda são usadas; o mel tem de ser espremido.

Tal como nós, as abelhas podem ficar doentes, assim, existe no mercado umas placas com medicamento. Não é que para elas fosse prejudicial, mas podia contaminar o mel que nós comemos.

São dos animais mais asseados, quando entram numa nova colmeia a primeira coisa que fazem é limpar a casa!

As abelhas que existem em Portugal são chamadas de Europeias, só atacam quando se sentem ameaçadas. Estas, ao contrário das vespas por exemplo, quando espetam o ferrão morrem.
O nosso convidado, o Paulo, já chegou a ir ao hospital.... numa noite foi apanhar um enxame e pensou que por ser de noite elas estariam mais calmas, enganou-se, a única diferença é que não voam, percorrem o corpo. Tinha cerca de 8 picadas na zona da cara....quase ficou sem respirar.

O mel tem o sabor da zona onde as abelhas fazem o mel, se há muito rosmaninho, sabe a rosmaninho; se tem muito eucalipto, sabe a eucalipto, etc.

É considerado medicinal, além de não levar qualquer aditivo, é completamente natural, tem propriedades que ajuda a prevenir doenças e a curar outras.

Já as abelhas também são consideradas medicinais para certos tipos de doenças, como o reumatismo, há pessoas que fazem tratamento com picadelas de abelhas e melhoram mesmo.

A geleia real também é procurada para a cosmética, é a geleia onde a abelha-mestra se cria. Também é com a ajuda da mesma geleia que fazem abelhas-mestras.
No final deliciaram-se com um bocadinho de mel.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Actividade com 1º Ciclo de Sardoal





No dia 17 de Maio a turma C do 1º Ciclo de Sardoal veio à actividade Encontro com o Passado. 

Estando a Biblioteca num edifício histórico, nada melhor do que ficar a conhecê-lo de outra forma. Assim, começámos por visitar o edifício da Biblioteca. Fomos até ao sótão, para podermos ver como faziam os tectos destes grandes salões.
A Biblioteca faz parte da Casa Grande ou dos Almeidas, construída nos finais do século XVII inícios do século XVIII, mandado construir por D. Gaspar Barata de Mendonça, que foi o primeiro Arcebispo da Baia e Primaz do Brasil. Mas como já era de idade, devia de ter 50 e tal anos, mas naquela altura já era considerado de idade, nunca chegou a ir ao Brasil, mas recebeu dinheiro pelos cargos. Com esse dinheiro melhorou o Convento de Santa Maria da Caridade, onde está sepultado, e mandou construir a Casa Grande.

É uma casa do período Barroco, chamada de casa comprida, só termina na Capela de Nossa Senhora do Carmo, imaginem só.
Assim, continuámos com a nossa visita, fomos ver as salas de leitura, para ver os ditos tectos, mas pela parte "bonita". Seguimos para o corpo central da Casa Grande. Esta é a parte especial, pois não é visitável, mas assim as crianças ficam a conhecer! Vimos o grande salão nobre, alguns quartos, a casa de jantar, a cozinha, o jardim, a adega e seguimos para a capela. Lá, relembraram algumas das coisas que lhes tinham sido explicadas, pois a decoração é com madeira marmoreada, que não é mais do que madeira pintada a imitar o mármore, para ser mais económico.

 
Depois regressaram à biblioteca para o lanche.

 
As fotografias não são muitas....não dá para andar com as crianças e tirar fotografias ao mesmo tempo.



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Profissão dos Nossos Avós - Ferreiro

No dia 11 de Maio tivemos a visita do Sr. João Gomes, um dos poucos ferreiros, se não o único, do nosso concelho.



O 1º Ciclo de Valhascos veio então saber mais coisas sobre a Profissão dos Nossos Avós.

Ficamos a saber que o Sr. João aprendeu esta profissão em Santarém, quando tinha 13 anos; com outros rapazes.

Com a ajuda de alguns funcionários da Câmara, trouxeram da sua oficina a forja e uma bigorna, esta é muito pesada!

A forja ainda esteve um bocadinho a aquecer o carvão, e para isso era preciso dar à manivela. Antigamente era de fole, mas agora é mais moderna. O ferro ia aquecendo, para que depois pudesse passar para a bigorna, e com a marreta bater com força, de maneira a pressionar o ferro a adquirir a forma pretendida, fosse um escopro ou uma cunha. Quando o ferro ficava como queria, o Sr. João punha dentro de um balde para que arrefecesse e ficasse rijo. E desta forma, ficava pronto.

Trazia exemplos de outras ferramentas que também faz, como ferraduras, enxadas, enxadões, etc.


Para aproximar ainda mais as crianças desta profissão, o Sr. Gomes deixou-as mexer na forja. Assim, tiveram a dar à manivela para alimentar o carvão, para que este aquecesse o ferro. Todos quiseram experimentar, o pior foi as fagulhas... Quando davam muita velocidade, parecia fogo de artifício.

Foi uma animação!

Depois também experimentaram bater no ferro na bigorna, com a marreta, mas era pesada, assim batiam com um martelo. Para mostrar como dantes se fazia quando as peças eram grandes, batiam dois a dois, uma das crianças de um lado e o Sr. João do outro. Até a professora experimentou!

Alguns dos meninos ficaram de tal forma entusiasmados, que já diziam que queiram ser ferreiros. E alguns tinham bastante jeito e força, segundo a opinião do Sr. João.

A intenção é mostrar às crianças profissões de outros tempos, a maioria em extinção, com poucas pessoas a exercer e sem seguidores. São profissões que dão pouco dinheiro, no caso do ferreiro, muitas das coisas são compradas nas lojas e já não mandam fazer. Por isso, o Sr. João faz de tudo, desde um simples escopro a uma cama de ferro. Por isso, já sabem, se precisarem de alguma coisa para a horta, construção ou para casa, peçam ao Sr. João para fazer.

No final, além de terem ficado com algumas noções da profissão, ficaram contentes, pois experimentaram mesmo, pior foi terminar...não queriam ir embora.

 

Pela nossa parte, agradecemos ao Sr. João Gomes, pela sua amabilidade e disponibilidade.





segunda-feira, 3 de maio de 2010

Actividade com 1º Ciclo de Valhascos

No dia 28 de Abril as crianças do 1º Ciclo de Valhascos vieram à Biblioteca.
Assistiram à leitura da história A Princesa e a Ervilha, de Hans Christian Anderson, para finalizar o mês dedicado aos livros, ao Anderson e Shakespeare.

As crianças recontaram a história e estiveram mesmo atentos, pois conseguiram contá-la novamente.

Como vieram de uma aldeia, foram convidadas a requisitar livros e foram ao Espaço Internet.





































































quarta-feira, 21 de abril de 2010

25 de Abril contado à turma A do 1º Ciclo de Sardoal

No dia 21 a turma A do 1º Ciclo de Sardoal veio a assistir à actividade Encontro com o Passado, sobre o 25 de Abril.

 

Foi uma visão diferente, pois são crianças do 1º ano...assim foi-lhes explicado como era viver antes do 25 de Abril.
A PIDE, a censura, alguns aspectos de como se vivia, as proibições e obrigações...e as músicas.

 

Depois foram fazer desenhos de grupo sobre a temática, que ficaram expostos na janela do Espaço Internet para todos poderem ver.













 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Conta-me um Conto com 1º Ciclo de Panascos

No dia 20 de Abril o 1º Ciclo de Panascos veio à Biblioteca para a actividade Conta-me um Conto.

Como o mês de Abril é muito especial para os Livros, tem dois dias especiais, o dia 2 de Abril, Dia do Livro Infantil e o dia 23 o Dia Mundial do Livro, a Biblioteca tenta não esquecer esses dias.

Assim, e como a actividade era Conta-me um Conto, nada melhor do que ler uma história de Hans Christian Andersen, a mesma que contámos na semana passada, a Princesa e a Ervilha.

Esta turma foi fantástica, pois quando terminámos de ler contaram quase a história toda, com os mais pormenores mais pequenos. Estiverem mesmo atentos!

Como são uma turma que tem menos possibilidade de vir até à biblioteca, as crianças requisitaram livros. E são mais uma vez diferentes, pois a maioria das crianças preferiu livros da Sala Juvenil, principalmente a colecção Uma Aventura...quem diria?! Gostam muito de ler!

Depois fomos espreitar o blogue...






















sexta-feira, 16 de abril de 2010

Profissão dos Nossos Avós - Barbeiro

No dia 16 de Abril recebemos a turma F do 1º Ciclo de Sardoal, acompanhados pela professora Benedita, para a actividade a Profissão dos Nossos Avós.
Mais uma vez ficamos a conhecer uma profissão em vias de extinção: o barbeiro!

Como temos o privilégio de sermos quase vizinhos de uma barbearia, em vez da actividade ser na Biblioteca fomos mesmo até lá!

O mais curioso é que na altura em que lá chegamos, o Sr. Manuel Victor, o barbeiro, estava a atender um senhor. Melhor era impossível.

Assim, ficamos a saber que o Sr. Manuel Victor é barbeiro desde 1950, ou seja, faz este ano 60 anos! Ele tem 83 anos, mas não parece nada!
Aprendeu numa barbearia em Abrantes, durante cinco meses. Nesse tempo ia de bicicleta, não havia outra forma rápida e barata. A sua barbearia no Sardoal abriu a 9 de Maio de 1950.

Quase tudo é ainda dessa época, como a cadeira e os bancos.

Quando começou o único dia de descanso era ao Domingo e às vezes trabalhava aos sábados até muito tarde.

Explicou-nos como se corta um cabelo, as várias tesouras que usa, a de corte, de desbaste, as lâminas, as máquinas, pincéis para limpar os cabelos que caem nos ombros...

Ao contrário das cabeleiras, o barbeiro não molha o cabelo para cortar, só quase no final é que molha ligeiramente. É tudo muito preciso. A zona próxima da nuca é tratada com máquina e lâmina, para ficar sem qualquer pêlo. Como a pele fica mais sensível, passa com pó de talco para aliviar e ficar a cheirar bem.

Caso haja algum corte, o Sr. Manuel tem um lápis que estanca o sangue.

O outro senhor foi muito simpático, pois esteve com muita paciência enquanto o Sr. Manuel nos explicava os passos do corte do cabelo.

No final todos andaram um bocadinho na cadeira, para ter a sensação de estar no barbeiro.

Alguns ficaram de voltar para experimentar um corte no Sr. Manuel.





















































































terça-feira, 16 de março de 2010

Actividade com a Turma E do 1º Ciclo de Sardoal

No dia 16 de Março houve a primeira experiência da actividade Encontro com o Passado, com a Turma E do 1º Ciclo de Sardoal. As 13 crianças vieram acompanhadas pela professora Ana Nazaré e pela auxiliar Isabel.

Esta actividade tem como objectivo levar a conhecer alguns aspectos da história do Sardoal, assim, fomos fazer uma visita diferente à Biblioteca, ou seja, à Casa Grande ou dos Almeidas. Além da explicação dos "Almeidas", que no fundo eram os senhores do Sardoal e nada tiveram a ver com a referida Casa, ela foi mandada construir pelo Arcebispo da Baia e Primaz do Brasil, D. Gaspar Barata de Mendonça.

Agora é complicado compreender, mas quando foi construída, a Casa Grande era uma só, desde a Biblioteca até à Capela de Nossa Senhora do Carmo, entretanto foi dividida em três: a actual Biblioteca, o corpo central e o espaço de serviços da Câmara.
Estas crianças foram visitar espaços que por norma não são visitáveis, enriquecendo ainda mais a actividade, a qual é complementada pela explicação histórica.

Começámos pela Biblioteca, fomos ao sótão, aos salões da casa onde agora estão as salas de leitura; ao corpo central, onde visitámos mais salões, a cozinha, a casa de banho (que ficava fora da casa), onde faziam o vinho, etc, depois fomos até à Capela de Nossa Senhora do Carmo.

Esta turma foi a última vez que veio à Biblioteca, pelo menos neste ano lectivo.
Acho que terminou bem.

































segunda-feira, 8 de março de 2010

Actividade com 1º Ciclo de Sardoal

No dia 5 de Fevereiro vieram os meninos da Turma D do 1º Ciclo de Sardoal, acompanhados pela professora Manuela Grilo e por uma auxiliar. Como o tempo não tem ajudado as turmas de Sardoal, desta vez vieram de autocarro. Algumas actividades já tiveram de ser canceladas por causa da chuva...pois estas turmas deslocam-se a pé; mas para não voltar a acontecer, agora se o S. Pedro não ajudar, sempre têm o autocarro da autarquia para ajudar.

Vieram assistir à actividade Conta-me um Conto, na qual foi lida a história Os Sete Corvos dos Irmãos Grimm.  A história fala de uma casal que queriam muito ter um filha, pois já tinha sete rapazes; quando finalmente nasceu a menina, eles transformaram-se em corvos...até que um dia a menina decidiu ir à procura dos seus irmãos...

Desta forma damos a conhecer autores de Contos, falando um bocadinho da sua história e de algumas das suas obras. Estas histórias ficaram registadas graças a estes homens que registaram as histórias que iam passando de boca em boca. Os  Irmãos Grimm, Perrault ou Andersen "guardaram" em livro as histórias que, de outra forma, poderiam perder-se no tempo, chegando desta forma, até nós.

Como forma de incentivo à leitura, cada criança pôde requisitar um livro à sua escolha. Numa turma com 20 crianças, 14 levaram um livro. Algumas destas crianças não têm o hábito de vir à Biblioteca Municipal, desta forma, conhecem melhor os livros disponíveis. Mas nesta turma tínhamos meninos que habitualmente frequentam a Biblioteca e as actividades das férias.