terça-feira, 13 de setembro de 2011

Floresta Encanta(da) VI

Visita ao Sobreiro de D. Maria

Ao longo das nossas férias, passamos por ele várias vezes, mas houve uma que fomos só para o visitar e desfrutar da bela sombra.
Fomos munidos com uma manta, de livros e dos respectivos lanches.
Ficaram a conhecer melhor uma das árvores classificadas do nosso concelho, para que serve e um bocadinho da sua história.
Foi uma actividade bastante agradável.

Alimentação de Cabritos
No dia seguinte a actividade foi muito divertida, alimentámos cabritos com um biberon.
Muitos nunca tinham estado tão perto de um cabrito e muito menos, ter alguma vez alimentado assim um animal. Mas nós tivémos esse privilégio; mais uma vez graças ao pastor, ao Agostinho, que fez o favor de levar quatro cabritos bebés até à Biblioteca, acompanhados de um biberon gigante.

Catamarãs ecológicos
O que é que podemos fazer com rolhas de cortiça, palitos e folhas de limoeiro?...Catamarãs! O resto fica ao sabor da nossa imaginação.

Sumo especial de melancia
No dia 19, sexta-feira, terminámos essa semana doce e refrescante, com um sumo especial de melancia.
Muito simples de fazer, basta cortar uma malancia a desfazê-la até ficar em sumo; adoçá-la com duas colheres de mel e canela em pó. Uma delícia.

 















Floresta Encanta(da) V

Pintura sobre a Floresta

Uma das coisas que mais agrada às crianças são os desenhos e a pintura. Foi isso mesmo que fizeram, a partir do tema da floresta, fizeram pinturas.


Carrinho de Rolamentos

Uma actividade com muito sucesso: construir um carrinho de rolamentos.
Antigamente todos os rapazes construíam um, até porque não havia muitos brinquedos e nada melhor do que construir.
Muito simples, com uma tábua, duas ripas, quatro rolamentos, corda, parafusos, porcas e pregos fizemos um carrinho.
Eles não conheciam aquela "coisa", mas no final ficaram fãs.
Depois fomos experimentá-lo para as traseiras da Biblioteca. Foi muito divertido.


Vamos Limpar a Floresta
Acção de sensibilização através da limpeza de um pequeno troço na nossa floresta.
Em cerca de 500 metros conseguimos encher 9 sacos do lixo...sim, nove sacos. Infelizmente encontraram bastante lixo.

Cartaz da Floresta
Nessa tarde fizemos um cartaz para sensibilizar a população para a importância da limpeza da floresta .
Borboletas no Ar
Recortar borboletas de moldes de papel, cada um pintou a sua a gosto e com um íman tentámos elevar as borboletas.
Esta actividade além de ter sido uma experiência científica, serviu para reforçar a ideia da importância das borboletas como forma de barómetro da poluição.


Cartazes sobre animais e plantas em vias de Extinção em Portugal

Divididos por mamíferos, répteis e peixes, aves e plantas, com os seus respectivos nomes, fizemos cartazes para sensibilizar e informar a população de algumas espécies em vias de extinção em Portugal. Uma delas causou alguma polémica, porque as pessoas não acreditavam que a boga estava em vias de extinção. Todos nós recorda-se de haver em abundância...mas este é exactamente o reflexo da intervenção abusiva das pessoas nos nossos rios, levando à quase extinção de um peixe que há cerca de 20 anos havia em grande número.



















Floresta Encanta(da) IV

Herbário das Espécies
Em vez de colarmos numa folha as espécies, reunimos e dividimos por sacos, de forma a que cada saco tivesse espécies diferentes, árvores de fruto, gramíneas, etc.

 
Gelatina
Qual é a sobremesa mais simples de fazer? A gelatina, claro.
Uma sobremesa saudável, com cálcio, boa para os ossos, unhas e cabelo; com pouco açúcar e fresca para o verão.
Foi o que nós fizemos, apesar de alguns meninos nunca terem feito em casa, tiveram a sua primeira experiência.

Jogo das Palavras
Como fizémos a gelatina em pouco tempo, de seguida fizemos um jogo muito simples e que reforça a aprendizagem de novo vocabulário. Tinham de adivinhar o nome da árvore da nossa floresta que estava naquela linha. Uma espécie de jogo da forca, mas só com árvores da floresta portuguesa.

Visita à Lapa

A poucos quilómetros da Biblioteca temos a Lapa, uma zona de lazer, uma espécie de praia fluvial. Aí colocámos aquilo que tínhamos andado a aprender em prática. Além da parte histórica, com a capela de Nossa Senhora da Lapa, a própria Lapa em si; fomos tentar encontrar espécies animais, a fauna, alguns peixes, alfaiates e libelinhas. Mas também vimos as espécies vegetais, a flora. Muitos eucaliptos, chorões, pinheiros e uma espécie invasora e que cada vez ocupa mais espaço e tenta abafar as espécies autóctones, ou seja, aquelas que sempre lá viveram: as mimosas. Infelizmente é uma zona com bastantes.
Tentámos fazer uma corrida com limões e laranjas pequeninas, mas como havia pouca corrente, não correu como previsto; e ainda tivemos tempo para o jogo do lenço.
No final, lanchámos e comemos a gelatina que tinha sido feita na véspera.

Jogos tradicionais

No dia seguinte foi o dia de jogos tradicionais. Nada mais tradicional que uma corrida de sacos. Foi muito divertido.

Flores de quilling
A técnica de quilling é feita através de tiras de papel enroladas. Muito simples e com efeitos muito engraçados.
Fizeram flores…ficaram muito bonitas; e o mais engraçado é que todas são diferentes, mas cada um à sua maneira conseguiu fazer flores muito bonitas.













Floresta Encanta(da) III

Semear Feijão

Como nasce uma planta?
Nada melhor do que fazer a experiência do feijão para responder à questão.
Com feijões, copos de plástico, de preferência transparentes; algodão e água, podemos fazer a nossa experiência. Ah...e uma coisa muito importante, sol.
Em poucos dias o nosso feijão já estava a transformar-se numa planta.

Para esta actividade foi lida a história fantástica Ainda Nada? de Christian Voltz .


Caixa de Chuva

Quantos tipos diferentes de chuvas conheces?

Pois é, com estas simples caixas de chuva ficámos a saber a resposta: chove muito pouco, quase não se ouve; chove mais um bocadinho e chove muito muito.

Para construir caixas de chuva, basta recolher caixas pequenas de diversas coisas, por exemplo de lápis, de atum, queijo; e ter coisas que façam barulho: feijões, pedrinhas, areia, etc.
Fecham-se e decoram-se a gosto.

Depois é só fazer a experiência dos vários tipos de chuva.


Visita ao Pastor

Uma excelente forma de manutenção dos campos são os rebanhos, por isso fomos visitar o "nosso" pastor Agostinho.
Tem perto de 300 cabeças entre cabras e ovelhas. As crias que vimos ainda recém-nascidas nas anteriores visitas com o Agrupamento de escolas, estão já todas crescidas. Fomos até ao local onde o rebanho fica e conhecemos alguns cabritos, que algumas semanas depois foram as estrelas de uma actividade.

Nessa tarde fizeram desenhos relacionados com a nossa visita ao pastor.


Comedouro de pássaros

Com pacotes de sumo, iogurtes e outro tipo de caixas, fizemos comedouros para os pássaros.
É bastante simples, basta recortar numa zona inferior um rectângulo, colocar aí comida para pássaros e pendurar nas árvores.

Quercus

A semana terminou com uma acção informativa com a Quercus.
A Margarida e a Andreia vieram até à Biblioteca fazer uma actividade sobre os animais da nossa floresta, através de jogos, visionamento de um filme e quadras.
Primeiro assistimos a um pequeno filme sobre coisas boas, mas também más, como a poluição e aquilo que podemos fazer para evitar e remediar.
Depois conversámos sobre aquilo que vimos, e as nossas crianças tinham estado bastante atentas. Fizeram muitas perguntas, algumas bastante pertinentes.
Fizemos alguns jogos com os animais e a partir de imagens, construir uma quadrta sobre esse animal.
Foi uma tarde muito pedagógica, aprenderam bastante e divertiram-se ao mesmo tempo.













 

Floresta Encanta(da) II

Jardim Interior

Fizemos um jardim interior a partir de materiais que encontramos nos nossos jardins: paus e pedras; que complementámos com um bocado de feltro verde, cd's estragados para fazermos os lagos, pedações de sacos de plástico para os repuxos e os paus transformámos em árvores.

Visita às Fontes

A nossa vila tem muitas fontes e chafarizes, nada melhor do que uma visita para ficarmos a conhecer.

Visitámos a Fonte Velha, que ainda tem as marcas do cântaros; o Chafariz das Três Bicas, cuja água veio à superfície com o Terramoto de 1755; a Fonte Férrea; a Fonte da Penha ou da Pena  ; a Fonte da Preta, uma das primeiras no interior da vila, e o Fontanário da Praça da República.

Além de ficarem a conhecer as fontes, ficaram a saber mais pormenores sobre a história da vila e como era viver na época em que ainda não havia água canalizada.
Depois fizeram desenhos com as fontes.