quinta-feira, 28 de julho de 2011

Profissão dos Nossos Avós: Tosquiador- 1º Ciclo de Sardoal

O Tosquiador de ovelhas é uma profissão que está a desaparecer.
Foi bastante complicado de encontrar alguém que o fizesse. Tosquiar à tesoura, como se fazia antigamente, já não há. As pessoas que ainda sabem já têm uma certa idade e não conseguem estar confortáveis a tosquiar uma ovelha, o que pode ainda levar cerca de meia hora.

Recorremos ao Sr. Vinagre, dos Casais de Revelhos, Abrantes. Não faz dsa tosquia a sua profissão, só nos tempos livres.
O "nosso" partor levou três ovelhas até à Escola Sec. Maria Judite Serrão Andrade e todos os alunos do 1º Ciclo assitiram à tosquia.

Teve de ser com a máquina, mas ficamos a perceber como se faz.

Preparou o local e lá começou a tosquiar a primeira ovelha. Foi bastante rápido, cerca de 15 minutos. O Sr. Vinagre demorou mais algum tempo, para que as crianças pudessem observar todos os pormenores.

Os nossos agradecimentos ao Sr. Vinagre pela sua disponibilidade e ao Agostinho também, claro.














Breve viagem pelas actividades

Profissão dos Nossos Avós

 
Leques de Palha

No dia 22 de Fevereiro foi dia da Turma E do 1º Ciclo de Sardoal assistir à actividade da Profissão dos Nossos Avós. Desta vez tivemos a artesã Célia Belém, para nos ensinar a história dos Leques de Sardoal.

A Célia vinha acompanhada de uma personagem que iria contar a história, o Ti Joaquim, um homem da banda filarmónica, ou seja, um fantoche.

Quando ele era novo conheceu a Tia Rita, uma senhora que vivia nos Andreus. Essa senhora gostava de ir para o campo apanhar ervas e secá-las. Sim, porque naquela altura aproveitavam tudo para usar, nada era deitado fora. Por isso, a D. Rita foi falar com uma costureira para que esta lhe desse os restos de tecidos. E tudo para quê? Para fazer leques.

Os leques eram feitos com palhinhas, tecidos para enfeitar e linhas....só isto. Até dava para lavar, assim ficava mais forte. Não dá mais ventos, como uma das crianças disse.

Era uma forma de ficar mais fresco no verão.

Os leques são o artesanato mais característico do nosso concelho, com mais de 100 anos. Graças à Célia, a nossa tradição não ficou esquecida, porque uma pessoa nova reavivou os leques de palha. Já a alguns anos, mais de vinte, que os leques tinham ficado "esquecidos", mas agora a Célia consegue levar a todo o país a nossa tradição.

Depois, fizeram uma vassoura.

Muito simples, basta ter um pau pequeno, um bocadinho de ráfia curto e um fio de ráfia. O pau é colocado no meio da ráfia, depois dão-se voltas com o fio e ata-se. E a vassourinha está pronta.

No final, todos saíram muito satisfeitos, com as vassouras e a saber na ponta da língua a história dos leques.



Tecedeiras

No dia 5 de Abril fomos à escola do 1º Ciclo de Alcaravela apresentar uma profissão antiga, mas cada vez mais na moda: tecedeiras.

A D. Júlia e a D. Conceição, ambas utentes do Centro de Dia de Alcaravela, foram as protagonistas, ensinaram às crianças das duas salas daquela escola como noutros tempos tudo era aproveitado e transformado.

Todas as roupas depois de deixarem de ser usadas, eram cortadas às tiras e aproveitadas para fazerem tapetes, mantas, nada era deitado fora.

Como não havia tantas lojas como hoje, nem dinheiro para comprar, tudo era aproveitado.

Desde pequenas, a D. Júlia e a D. Conceição, aprenderam a usar a usar as tiras de tecido para fazerem os tapetes, uns mais elaborados, forrados na parte inferior com tecido; outros mais simples e fáceis de fazer.

As crianças quiseram logo experimentar; com três tiras de tecido iam fazendo uma trança, que iria servir de base para os tapetes.

Depois, e aproveitando a presença daquelas senhoras de mais idade, fizeram perguntas de como se viviam antigamente.



Pastor

O pastor teve tanto sucesso que todas as turmas do 1º Ciclo de Sardoal foram visitar o Agostinho. Aprenderam a tirar o leite e ficaram a conhecer o cabrito que nasceu durante a visita da primeira turma, já está muito grande.


 
Doce Páscoa: Férias da Páscoa

 
De 11 a 21 de Abril foram as férias da Páscoa, a Doce Páscoa, onde participaram cerca de 90 crianças

Como o mês de Abril tem vários dias especiais, começámos por comemorar o Dia do Livro com a realização de um livro: A Vera e o Passeio no Campo. Cada criança fez um desenho sobre a Primavera, depois fomos formar a história do nosso livro; fizemos a capa e no final, contámos a história a partir dos desenhos. No segundo dia fizeram pintos e galinhas a partir das mãos, ou seja, colocando a mão sobre uma folha, contornavam-na, o dedo pulgar era a cabeça, os restantes, as penas; depois pintavam. No terceiro foram feitos coelhos com cartolina e no quarto foi a Caça ao Ovo.

No dia seguinte comemorámos o Dia da Terra, com a plantação de sobreiros e pinheiros na Zona Industrial do Sardoal.

A segunda semana começou em cheio, fizemos amêndoas. Não foram amêndoas tradicionais, mas ficaram do mesmo tamanho e também deliciosas.

Como no dia seguinte o tempo piorou, não pudemos realizar a actividade planeada, assim fizemos desenhos alusivos à Semana Santa e colocamos em exposição nas janelas da Biblioteca. No dia seguinte fizemos velas de água, uma espécie de lamparinas. O último dia a actividade foi especial, fomos visitar todas as igrejas e capelas enfeitadas…o tempo não ajudou nada, mas conseguimos ver todas.



Estamos de volta!!!!

Já lá vai algum tempo que a Biblioteca não publica nada no blogue. Mas vamos recomeçar. Os pedidos foram muitos e os nossos seguidores merecem a nossa dedicação e o recomeçar a publicar as nossas actividades e novidades.

Assim, e desde o dia 25 de Março, vamos fazer uma breve viagem pelas muitas actividades que tivemos.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Cantinho dos Avós e Baú das Memórias

No dia 25 de Março começámos duas novas actividades da Biblioteca: Cantinho dos Avós e o Baú das Memórias.

As actividades que temos com os idosos limitam-se àqueles que têm facilidade de locomação, deixando de fora um número alargado de idosos sem a possibilidade de assistir às leituras das histórias ou de poder requisitar livros. Assim e a pensar naqueles que não podem deslocar-se até à Biblioteca, fomos nós ao Centro de Dia de Alcaravela, o primeiro a participar nas novas actividades.

Foram lidas algumas histórias desde a Galinha Medrosa; A Lebre e a Tartaruga; a Bela Moura.


Foram deixados dez livros no Baú das Memórias, que serão recolhidos no próximo mês, quando repetirmos a actividade.

É uma forma de aproximar aqueles que por motivos de saúde, não conseguem deslocar-se até à Biblioteca. Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé.




Pré-escolar de Sardoal - Hora do Conto

No dia 24 de Março a sala 2 do Pré-escolar de Sardoal veio à Hora do Conto.
Como o mês de Março tem a temática das cores, vieram ouvir a história Flicts, de Ziraldo.
A cor Flicts é uma cor diferente de todas as outras, não tem a força do vermelho, ou a tranquilidade do azul, nem tem par, não tem amigo, então decide fazer uma viagem pelas outras cores em busca de alguém para brincar e conversar...mas em vão...até que sobe, sobe, sobe e vai até à lua...afinal a cor da lua é Flicts.

Depois fomos pintar, mas não com pincéis...mas com palhinhas. Sobre as folhas deitou-se algumas gotas de tinta, que eles sopraram com a ajuda das palhinhas e foram saindo formas e misturas de cores. Uma das crianças ficou muito aflitta porque tinha juntado duas cores...nunca tinha feito isso e pensou que estava a fazer alguma coisa de mal. Explicámos que era mesmo assim, as cores misturam-se e dão novas cores.











Centro de Convívio

No mesmo dia 23, mas na parte da tarde, fomos ao Centro de Convívio a mais um Cantinho da Leitura.

Foi lida a história a Princesa e a Ervilha de Hans Christian Andersen e a Lebre e a Tartaruga de Esopo.

Para ambas as histórias a conversa foi longa, mas muito interessante.



Centro de Dia de Alcaravela

No dia 23 de Março os utentes do Centro de Dia de Alcaravela vieram ao Espaço Internet.
Desta vez vieram escrever quadras alusivas à Primavera.

É bom relembrar que a maioria não sabe ler nem escrever, alguns reconhecem as letras e uma das senhoras tem 92 anos de idade! A excepção do Sr. Augusto Serras que escreve sozinho.


Na primavera há flores,

E semeamos mimos na horta.

Semeamos com todo o gosto

Quer a terra ‘teja direita ou torta.

 
Arminda Florinda


 
Esta semana começou a primavera e bom tempo.

 
Gregório



Na primavera faz bom tempo, andamos com menos roupa e já há muitas frutas.

 
LUISA DO ROSÁRIO

 
ou lembrar a primavera é na altura quando se fazem as sementeiras o milho as batatas e se planta as cebolas as tomates as meloas os melões as melancias os pimentos a primavera é a estacão mais bonita do ano e quando os campos ficam floridos e quando os passarinhos fazem os ninhos eu gosto muito da primavera e a estação que eu mais gosto.



Augusto Serras

Alcaravela

23-3-2011



Júlia de Jesus

Pisão, Alcaravela

88 anos

 
Primavera tem bonitas flores

Mas não são iguais

Primavera vai e volta sempre

A mocidade é que não volta mais

 
Silidónia da Conceição

Panascos, Alcaravela

92 anos



Não há sol como o de Maio

Nem luar como de Agosto

Nem amor como o primeiro

Sendo ele amado com gosto
 
 








quinta-feira, 17 de março de 2011

Cantinho da Leitura

No dia 16 foi mais uma sessão do Cantinho da Leitura, no Centro de Convívio de Sardoal.

As histórias lidas e conversadas, foram tiradas do livor Histórias à Lareira, fruto de uma recolha de Isilda Jana, editada pela Palha de Abrantes.
É um livro bastante interessante pois reune várias histórias tradicionais e lendas da zona de Abrantes, mas também do Sardoal. Algmas, apesar de serem de Abrantes, são iguais às nossas, com pequenas variações.

Noutros tempos, antes de haver televisão, as pessoas passam os seus serões reunidos a conversar à volta da lareira, onde iam contando estas histórias, passando de geração em geração.

Muitas delas falam de bruxas, feitiços, fantasmas, mouras encantadas, sítios especiais, nascimento de terras e tradições, etc. Fazem parte do imaginário popular.




Centro de Dia de Alcaravela

No dia 16 de Março o Centro de Dia de Alcaravela veio à Hora do Conto.

Começámos por falar sobre os Censos. Sendo uma população idosa, logo desprotegida e mais facilmente iludida por quem possa vir com intenções menos boas. Assim, voltou-se a alertar para o cuidado que devem de ter nesta fase. Como conhecem bem os seus Recenseadores, ficam alerta, caso apareça alguém que não eles.

A história lida foi a Princesa e a Ervilha de Hans Christian Andersen e o Porqueiro.
Para nós são histórias bastante conhecidas, mas para estes idosos não, desconheciam a Princesa que para ser uma verdadeira princesa tinha de passar por uma prova bastante complicada. Dormir sobre sete colchões e sentir uma pequena ervilha debaixo de todos eles...e ela, como era realmente uma princesa verdadeira, sentiu e ficou com nódos negras, por ter dormido numa cama com tantos colchões, mas que tinha uma minúscula ervilha.

A história do Porqueiro não podia ser mais adequada, um dos senhores vendia leitões, identificou-se logo com a personagem do princepe que se fez passar por um simples guardador de porcos. Ele no fundo queria também uma princesa, mas esta interessava-se mais pela aparência e aquilo que lhe podiam oferecer.

Como é hábito, conversámos sobre as histórias e seguiram para o GETAS, onde já tinham outra actividade à sua espera.


quarta-feira, 9 de março de 2011

Brincar ao Entrudo II

No dia 9 de Março foi a segunda sessão do Brincar ao Entrudo.
As crianças que participaram fizeram umas línguas da sogra diferentes. Com musgami (uma folha num material de borracha), verde e azul, fizeram elefantes e sapos que animavam ainda mais a língua da sogra.

 
Com esse material, o musgami, recortaram elefantes e sapos, que depois eram colocados na ponta da língua. Uma forma diferente de decorar.


Brincar ao Entrudo

No dia 7 de Março foi o primeiro dia do Brincar ao Entrudo, a nossa actividade das mini férias do Carnaval.

Fizemos máscaras de Carnaval....um bocadinho diferentes.
Cada um escolheu um tema para a sua máscara, os animais foram os mais escolhidos, gatos, ratos e uma cobra, mas também houve um robot.

Usámos cartolina canelada, recortamos, fizemos os orifícios necessários e depois foi deixar a imaginação funcionar.



















sexta-feira, 4 de março de 2011

Centro de Dia de Alcaravela

No dia 4 de Março os utentes do Centro de Dia de Alcaravela vieram à Hora do Conto.

Ouviram a história do Humberto e a Macieira. Foi muito engraçado, porque gostaram bastante da história e da ilustração. Fizeram comentários muito interessantes sobre a história, os pormenores dos desenhos, foi bastante curiosa a forma como comentavam o evoluir da história.



Desfile de Carnaval do Pré-escolar, 1º Ciclo e Santa Casa de Sardoal

No dia 4 de Março foi o Desfile de Carnaval das crianças do Pré-escolar e do 1º Ciclo de Sardoal.
Vinham muito animados, tal como as professoras; cada sala tinha um tema diferente. As crianças do Pré-escolar vinham fantasiados com as Quatro Estações do Ano...foi preciso muita imaginação para conseguirem os resultados. Estavam muito giros.

Os mais crescidos do 1º Ciclo vinham diferentes, mas com o mesmo alinhamento, a Natureza. Fantasiaram-se com um assunto bem sério, os problemas ecológicos do nosso Planeta. Cada sala tinha um tema, uns estavam ligados à àgua, outros à reciclagem, à terra...vinham muito divertidos, alegres e coloridos. Claro que também havia fantasias ditas "normais"... fazem parte desta época de fantasia.

Os pais, avós, tios e vizinhos não quiseram perder pitada e ao longo da rua e em redor do Pelourinho, estavam a assitir.

Os idosos da Santa Casa da Misericórida de Sardoal não faltaram ao Desfile, vinham fantasiados de Personalidades da História....desde o Elvis Presley à Cleópetra...vinham muito divertidos também.




Cantinho da Leitura

No dia 2 de Março regressamos ao Cantinho da Leitura, no Centro de Convívio de Sardoal, pelo Programa Pampi.

Começamos pela história Humberto e a Macieira, de Bruno Hächler, editado pela Ambar.
Conta-nos a história do Humberto, um senho já de certa idade, que no seu jardim tem uma grande macieira, que dá apetitosas maçãs. Numa noite de tempestade, a macieira é atingida por um raio...que destrói parte da árvore. Não morre, mas fica muito danificada....e as pessoas deixam de admirá-la como antes faziam... Humberto decide plantar outra macieira, debaixo desta. Passam-se largos anos e Humberto ainda mais velho, está no seu jardim a contemplar as duas macieiras; a mais jovem, que entretanto tinha crescido, dava boas maçãs, a mais velha ainda conseguia todas as primaveras ter alguns rebentos e pequenas maçãs.

Depois conversámos sobre as árvores que os idosos tinham nos seus quintais; alguns tinham árvores centenárias.

Depois foi lida a história A Felicidade não é o que temos, é o que somos, retirada do livro Lá vai uma...Lá vão duas.., de Luísa Dacosta, editado pela Civilização.
Conta a história de uma rapariga que vive no monte, acompanhada pela sua cabra e de poucas posses. Um dia ao entardecer, aparece um homem, que acolhe em sua casa e partilha o pouco que tem, um caldo de couve; enquanto que o homem partilha um naco de pão. Não se sabe bem quem era esse homem, o que é certo é que num inverno rigoroso, que impediu os campos de darem cultivo, a rapariga tinha todas as noites caldo quente e pão, que partilhava com as pessoas da aldeia. Era um milagre. Dessa forma, ia ajudando todos os habitantes.

Uma história que gostaram e fizeram logo a associação à bondade humana, ou à falta da mesma, como agora acontece.

terça-feira, 1 de março de 2011

Autor em destaque mês de Março - Alexandre Herculano

Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo nasceu a 28 de Março de 1810, em Lisboa no Pátio do Gil, à Rua de S. Bento, numa modesta família de origem popular.

Sua mãe, Maria do Carmo de São Boaventura, filha e neta de pedreiros da Casa Real; e o pai, Teodoro Cândido de Araújo, era funcionário da Junta dos Juros (Junta do Crédito Público).

Alexandre estudou Humanidades na Congregação do Oratório, onde se iniciou na leitura meditada da Bíblia, o que viria a marcar profundamente. Impedido por dificuldades económicas e familiares de frequentar a Universidade, preparou-se para ingressar no curso prático de Comércio e estudando Diplomática na Torre do Tombo, onde aprendeu os rudimentos da investigação histórica. Por esta altura, com 18 anos, já se manifestava a sua vocação literária: aprendeu o francês e o alemão, fez leituras de românticos estrangeiros e iniciou-se nas tertúlias literárias da marquesa de Alorna, que viria a reconhecer como uma das suas mentoras. Em 1831, envolvido numa conspiração contra o regime miguelista, foi obrigado a exilar-se, primeiro em Inglaterra (Plymouth) e depois em França (Rennes).

Em 1832, participou no desembarque das tropas liberais em Mindelo e na defesa do Porto, onde foi nomeado segundo-bibliotecário e encarregue de organizar os arquivos da biblioteca. Em 1839, aceitou o convite de D. Fernando para dirigir as bibliotecas reais da Ajuda e das Necessidades.

Em 1851 fundou o jornal O País, mas logo se desiludiu, seguindo-se o jornal O Português, em 1853. Dois anos depois foi nomeado vice-presidente da Academia Real das Ciências e incumbido na recolha dos documentos históricos anteriores ao século XV - tarefa que viria a traduzir-se na publicação dos Portugaliae Monumenta Historica, iniciada em 1856.

No mesmo ano tornou-se um dos fundadores do partido progressista histórico. Entre 1860 e 1865 participou na redacção do primeiro Código Civil Português e defendeu o casamento civil. Em 1867, desgostoso com a morte precoce de D. Pedro V, rei retirou-se para a sua quinta em Vale de Lobos, onde se dedicaria quase exclusivamente à vida rural, casando com D. Maria Hermínia Meira, a sua namorada desde a juventude. Em 1872 foi publicado o primeiro volume dos Opúsculos

Morreu em Santarém, a 18 de Setembro de 1877, aos 67 anos, de pneumonia.

Na Biblioteca:

Eurico, O Presbítero, Lendas e Narrativas

O Bobo
A Dama de Pé-de-Cabra
O Monasticon, Tomo I, II e III
O Monge de Cister, Tomo II e I
História de Portugal, Tomo I, II e III
Opúsculos I
Alexandre Herculano, Um homem e uma ideologia na construção de Portugal, de Cândido Beirante e Jorge Custódio


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Visita ao Sardoal

No dia 25 de Fevereiro os alunos da Universidade da Terceira Idade de Odivelas vieram visitar o Sardoal.

Primeiro visitaram a Igreja Matriz, onde viram ao vivo a obra do Mestre do Sardoal.
Seguiu-se a Igreja da Misericórdia, a Cadeia Velha e foram até ao Covento de Santa Maria da Caridade a pé. Estava um bonito dia de sol, com uma temperatura bastante agradável, por isso foi um bom passeio.

Depois da visita ao Convento foram almoçar às Três Naus, onde provaram a nossa Cozinha Fervida.