terça-feira, 17 de agosto de 2010

Japão II

No dia 17 continuámos com a nossa viagem pelo Japão.

Voltou-se a explicar que o Japão é constituído por ilhas, por isso é um arquipélago; explicou-se as  três Vénias: a 15º graus a Eshaku, entre familiares e amigos, a 30º graus: Churei, aos mais velhos e membros superiores; a 45º graus: Keirei, a vénia mais delicada, para o chefe, director, para pedir perdão.

-para agradecer diz-se: Arigato

- a dizer Boa Tarde: Kon nichiwa
(Bom dia é Ohayo gozaimasu; Boa noite Kon Banwa)

- Apresentar-se: Watashi wa .... desu.

Conversámos sobre outras coisas: a comida, o sushi; os festivais, principalmente das cerejeiras em flor; os banhos de areia quente; dos bonsais; ikebana; das casas tradicionais; dos samurais, espadas; ninjas; dos bonecos que conhecem, como a Hello Kitty, o Tamagoshi, desenhos animados; as três formas de escrita, o dinheiro, o teatro tradicional Noh, os kimonos; etc.

Para terminar, escreveu-se o nome em caracteres japoneses.

(Infelizmente não há fotografias, houve um problema com a máquina fotográfica.)






Nihon = Japão







segunda-feira, 16 de agosto de 2010

ATL 1º Ciclo

No dia 16 de Agosto o ATL do 1º Ciclo de Sardoal veio pela última vez às actividades na Biblioteca.

Desta vez fomos até ao Japão.

Ficaram a saber que o Japão é um arquipélago, ou seja, é constituído por muitas ilhas.
Aprenderam a apresentar-se,
"Watashi wa ...(nome) desu."

A fazer as vénias, diferente de menina para menino, pois eles cumprimentam-se de forma diferente, é com uma vénia.

Falámos sobre os desportos, o sumo, judo, mas também de ninjas e samurais.

Os castelos são bem diferentes dos nossos, a forma de escrever, de comer, dormir, de vestir, etc.

Os bonecos conhecidos deles, como a Hello Kitty e os Tamagoshi.

Foi um bocado divertido e que aprenderam coisas sobre um país bem diferente do nosso.


( a meio têm um intervalo para o lanche)
























Moçambique IV

No dia 12 fizemos uma Timbila.

A Timbila é um instrumento musical tradicional de Moçambique e Património da Humanidade.

O original é um bocadinho diferente, o nosso foi feito com canas, cordel e um garrafão de água de plástico.

As canas foram atadas umas às outras; foi cortado a parte superior do garrafão e depois de tudo unido, as canas foram colocadas sobre o garrafão, pois o original usa cabaças grandes.

Depois, foi só experimentar a tocar.






































quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Moçambique III

No dia 11 fizemos uma girafa...mas não uma girafa qualquer...esta foi especial.

Foi preciso uma caixa de sapatos, um rolo de papelão, uma embalagem de manteiga, quatro embalagens de cápsulas de café, cola, cartolina e tintas.

As embalagens das cápsulas do café transformaram-se em pernas; a caixa de sapatos em corpo, o tubo num pescoço; a embalagem da manteiga numa cabeça e a cartolina para os olhos e para os corninhos da girafa.

Depois de colado e montado, pintou-se com tinta laranja tudo e depois com castanha para as pintas.

E lá tínhamos uma girafa feita a partir de coisas que reutilizámos e pintada a quatro mãos.




















































































terça-feira, 10 de agosto de 2010

Moçambique II

No segundo dia dedicado a Moçambique tentámos fazer uma palhota...não correu exactamente como esperado, mas lá a fizemos.

Basta um pedaço de cartão, duas tiras de cartão, ráfia, cola e fita cola.
O pedaço maior de cartão é colado com a fita-cola e as tiras são colada na parte de cima para fazer a estrutura da palhota. Recorta-se a entrada. Em vários pontos põe-se cola branca para a ráfia ficar colada. Vai-se enchendo até a palhota ficar composta.







































Moçambique

No dia 9 de Agosto começamos a nossa viagem por Moçambique.

Começámos por saber onde fica geograficamente Moçambique; o porquê da pele das pessoas de lá serem bem mais escura, nada mais simples do que ser uma forma de protecção contra a exposição solar.
Falamos sobre a vegetação e os animais.

Por isso, de seguida foram pintar alguns desenhos de animais.





























































ATL Pré-escolar

No dia 9 de Agosto o ATL veio até à Biblioteca para mais uma actividade.

Assistiram à Hora do Conto, ouviram a história Os Elefantes Nuncam Saltam, de Violet Easton.

Foi o primeiro dia dedicado a Moçambique, por isso escolhemos umas história com animais.
É muito engraçada, numa aldeia onde viviam vários animais, a animação preferida era pregar sustos e quando foi viver para lá um elefante, eles acharam estranho não conseguirem assustá-lo. Então o elefante explicou que havia duas coisas que nunca faziam: saltar e esquecer. Os animais pensaram logo em fazer um concurso para ver quem conseguia fazer o elefante saltar de susto....

Como a história falava em vários animais da selva e o país também tem muitos, de seguida foram pintar alguns desenhos com animais que vivem em Moçambique: zebras, girafas, hipopótamos e elefantes.

Como é hábito, as crianças são divididas por grupos, um faz a actividade enquanto o outro está no Espaço Internet e depois trocam.













































sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Índia V

O último dia dedicado à Índia foi dedicado ao símbolo nacional: o Tigre de Bengala.

Infelizmente, é um dos muitos animais de lutam contra a extinção.
Em 2008 estimava-se a existência de apenas 1411 tigres adultos na Índia. Há 37 reservas naturais espalhadas por 17 estado indianos.

O Tigre de Bengala é da família dos felinos pode viver até aos 26 anos em liberdade, mas apenas 10 em cativeiro, ou seja, em jardins zoológicos; é carnívoro, gosta de comer veado, búfalo, javali, gauro (uma espécie de boi selvagem) e macacos.

O pelo é de um tom amarelo alaranjado, com riscas pretas ou castanhas escuras; a barriga, queixo e por baixo das bochechas é branco.

Depois de conversarmos sobre o tigre, pintou-se um desenho com um tigre.
Acho que ficou bastante parecido...
































Para saber mais:
http://tigresdebengala.com/page/2/
http://tigrebengala.blogs.sapo.pt/
http://animais.clix.pt/noticias.php?nid=857

Estes são apenas alguns exemplos.

Encadernação do Boletim "O Sardoal"

A Biblioteca dispõe para consulta os boletins municipais "O Sardoal", encadernados e divididos por volumes.

A partir de hoje estão disponíveis os volumes 3 e 4; o volume 3 inclui os boletins do número 38 ao 49 e o volume 4 do 50 ao 60.

Concurso de tradução

IV edição do Concurso de tradução Juvenes Translatores

A quarta edição do concurso de tradução Juvenes Translatores, organizado pela Comissão Europeia, realizar-se-á a 23 de Novembro de 2010. As inscrições decorrem de 1 de Setembro a 20 de Outubro de 2010 neste sítio Web.

Esta edição do concurso destina-se aos alunos do ensino secundário nascidos em 1993 que querem testar as suas competências de tradução. Os concorrentes deverão traduzir um texto com cerca de uma página a partir de uma das 23 línguas oficiais da UE para qualquer outra língua oficial.
 
As traduções serão avaliadas por tradutores da Comissão Europeia e os vencedores (um por cada país da UE) serão convidados a estar presentes na cerimónia de entrega dos prémios em Bruxelas em 2011.

Novas aquisições II

Ainda da lista das Novas Aquisições II, chegaram mais duas:

Vampiros ou nem por isso, de Álvaro Magalhães, Asa
Quero uma Mamã-Robot, de Davide Cali, Livros Horizonte




















quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Índia IV

No dia 5 de Agosto fizemos Mandalas.

A Índia tem diferentes religiões, sendo uma delas o Budismo. As Mandalas simbolizam o Universo e a Vida. Algumas mandalas são feitas de areia indiana colorida, enfeitadas com lamparinas; quando a cerimónia termina, a mandala é desfeita e guarda-se parte dessa areia.

Aqui não fizemos isso, mas a partir de desenhos de mandalas, as crianças pintaram algumas.




























































Centro de Dia de Alcaravela

No dia 5 de Agosto o Centro de Dia de Alcaravela veio a uma Hora do Conto.

Vieram ouvir a história Ainda nada? de Christian Voltz. É uma história muito engraçada sobre o Sr. Luís, que um dia faz um grande burado, onde põe uma semente e espera que ela cresca, mas...o melhor é ler a divertida história.

Depois, e como as conversas são como as cerejas...conversámos sobre muitas coisas. Uma delas foi a altura em que tinham de vir a Sardoal com senhas de comida, para vir buscar farinha, açúcar e outros alimentos que eram racionados. mas mesmo assim, e sengundo estas senhoras, não passavam fome, pois sempre tinham as suas hortas onde toda a gente trabalhava desde cedo, por isso, não iam à escola.

Havia o pão emprestado, pois às vezes a farinha acabava-se antes da farinha nova chegar, não tinham outro remédio senão pedir à vizinha. A farinha vinha de longe, de ser moida no moinho, trazida por um burrito.

No final de cada dia juntavam-se à volta da fonte, ou noutro local, e cantavam e dançavam. Era a forma que tinham para descontrairem depois de um dia de trabalho.

E os namoricos?! Coisa séria, pois claro. Quando era altura de casar, ia o noivo e os seus pais a casa de noiva para pedir em casamento....por estes lados não era costume haver pedidos de namoro aos pais, era só o de casamento; ou pelo menos para os lados de Alcaravela.

As festas de verão eram diferentes, como não havia dinheiro para gastar, a comida era levada de casa, assim em vez de ir jantar à festa como hoje se faz, eles levavam o jantar de casa e comiam em conjunto. O bolos amassados também eram levados de casa. O pirolitos, que eu ainda me lembro deles, esses apareceram mais tarde e eram um mimo.