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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Doce Natal II- Extra: Chupa-Chupas de chocolate

Para começarmos bem o ano nada melhor do que alguma coisa doce: Chupa-Chupas de chocolate e comeram os tais pirulitos.

Tal foi foi prometido, trouxe pirulitos feitos em casa e desta vez correu tudo lindamente!

Estes pirulitos forma feitos com 200ml de água; 1kg de açúcar branco; sumo de um limão, 1 colher de mel; algumas gotas de corante amarelo. Numa panela, colocou-se a água ao lume, à qual se juntou o mel, o sumo do limão e acrescentou-se o açúcar aos poucos. Deixou-se levantar fervura, baixou-se o lume e esperei mais cerca de 20 minutos. Fui vendo se estava a ficar espesso, quando estava desliguei e acrescentei algumas gotas do corante amarelo e esperei cerca de 5/10 minutos. Entretanto, com papel vegetal (de cozinha), foi-se fazendo cones e eu preferi colocar em copos altos. Depois foi só ir enchendo os cones. (eu fiz com um medidor que tem "boca"). Depois de cheios, esperei uns 20/30 minutos e coloquei os palitos. Ficaram à temperatura ambiente.
Depois foi só deliciarem-se!
Já os Chupa-Chupas de chocolate...nada mais simples de fazer.
Trouxe uma tabelete de chocolate de cozinha, que foi derretida em banho-maria (num fogareiro de campismo). Quando ficou derretida, espalhou-se pela mesa papel vegetal e palitos. Por cima de cada palito, com a ajuda de uma colher, fomos colocando por cima de cada palito, de forma a não ficar muito espesso. Depois, e quem quis, decoraram e esperamos. Para acelerar o processo fomos até ao Bar do Centro Social dos Funcionários da Autarquia, para que fosse um bocadinho ao frigorífico. Bastou uns 5 minutos e ficou pronto a comer. Delicioso!











sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Doce Natal II- Desejos

No último dia de actividades do ano de 2011, no dia 30, fizemos Desejos.

Segundo uma lenda indiana, certo dia um homem adormeceu debaixo de uma árvore, a árvore dos desejos. Quando acordou sentiu fome e desejou ter comida. Logo apareceu um prato cheio de comida. A seguir, pensou que era bom ter alguma bebida, e logo apareceu bebida. Nisto começou a pensar que algo devia passar-se pois sempre que desejava algo aparecia, devia haver deuses por perto...e logo estes apareceram. Pensou que aqueles homens podiam fazer-lhe mal, e as suas feições ficaram sombrias. Pensou que podiam fazer-lhe mal e teve medo que o matassem...e assim aconteceu.

A nossa mente é afinal a origem dos nossos desejos. Os nossos pensamentos positivos atraem outros pensamentos positivos.

Os nossos desejos são simples de fazer, basta corta uma cartolina ao rectângulos pequenos, furar e colocar um fio no orifício.

Muitas pessoas pedem doze desejos ao som das doze badaladas da meia noite que dá início do Novo Ano, por isso, cada um escreveu os seus doze desejos.

Quem quiser fazer a sua Árvore dos Desejos em casa é muito simples, com um ramo seco de uma árvore, coloque num vaso ou jarra, e pendure os seus desejos. Ou pode apenas guardá-los e no final do próximo ano, ou daqui a alguns anos, ver quais se realizaram.



Somos nós que construimos e realizamos os nossos desejos, com a nossa vontade de torná-los realidade.


Feliz Ano Novo! Feliz Ano de 2012!







quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Doce Natal II- Pregadeiras

Nada melhor do que terminarmos o ano a fazer coisas novas. Foi isso que fizemos no dia 28, a partir de um simples alfinete de dama fizemos pregadeiras.

O alfinete de dama foi decorado com fios, missangas, conta em forma de bule, lágrimas, pequenos guizos e letras feitas a partir de feltro. Os rapazes fizeram uma pregadeira para a mãe ou irmã, as meninas fizeram para elas.
Tudo muito simples, só puxar pela imaginação.






terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Doce Natal II- Mensagem Secreta

No dia 27 foi a vez de fazermos Mensagens Secretas.

Primeiro, e para os mais pequenos, ficaram a conhecer um pouco mais sobre o limão. 
O limão é um citrino, tal como a laranja, que tem um ácido, o ácido cítrico. É graças a este ácido que conseguimos escrever a mensagem secreta.

Num folha de papel, escreverem e desenharam com um pincel o que quiseram com o sumo de limão. Esperaram um bocadinho que secasse e depois virado ao contrário, passamos com o ferro de engomar. O calor fez com que a tal mensagem secreta aparecesse.










sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Doce Natal II: Árvore de Natal

No dia 23 fizemos Árvores de Natal.

O que faz às revistas velhas? Põe para reciclar? Fica aqui uma sugestão bem simples para fazer uma árvore de Natal com as suas revistas velhas. Apenas terá de ter alguma paciência para dobrar uma revista inteira, mas o resultado é muito bonito.

No final pode decorar como quiser, ou até mesmo pintar.












Feliz Natal!

Doce Natal II: Bolo-rei

Como sempre as atividades de culinária, neste caso doçaria, são sempre das mais esperadas. E assim foi, no dia 22 de dezembro fizemos Bolo-rei. 

Para que todos pudessem fazer o seu próprio Bolo-rei, a receita foi dividida em pequenas partes e cada um fez um mini bolo-rei.

Para uma das crianças era a primeira vez que ia partir um ovo! E lá partiu com muito cuidado! Para a maioria é das poucas oportunidades que têm de fazer coisas relacionadas com a culinária, porque em casa só vão à cozinha para comer.

A nossa receita foi adulterada um bocadinho, porque a original levava vinho do Porto e aguardente, que retirámos e pinhões...estão demasiado caros.

Quem participa já sabe, todas as catividades de culinária começam por lavar muito bem as mãos. Depois cada um recebeu uma taça. O primeiro ingrediente foi um pouco de leite frio, ao qual juntámos fermento de padeiro e foi dissolvido. Depois foi o açúcar e a margarina; seguiram-se os ovos e por fim a farinha. Depois foi mexer até fazer bolhinhas. No final acrescentaram-se as frutas cristalizadas e os frutos secos, as amêndoas e as nozes. E mexeram.

 
Quando estava tudo bem envolvido, polvilhou-se a mesa com farinha, retirou-se a massa e estendeu-se em forma de chouriço. As pontas foram unidas e lá estavam os nossos mini bolos-rei. Depois devíamos ter pincelado com gema de ovo... mas já não havia ovo e foi mesmo assim, num tabuleiro untado e polvilhado com farinha. No final, enfeitaram a gosto com os restantes frutos secos e as frutas cristalizadas.

Agora pensam, mas a Biblioteca não tem forno para cozer os bolos… Pois não tem, mas temos vizinhos muito simpáticos e sempre disponíveis para ajudar a Biblioteca. Fomos cozer os nossos bolos nas Quatro Talhas.

 
No final trouxemos de novo para a Biblioteca e cada um levou o seu. Não correu às mil maravilhas, porque o forno é industrial e não o conhecemos bem, os que ficaram no fundo do forno vinham um bocadinho mais cozidos, mas mesmo assim estavam saborosos!

 
Agradecemos muito ao Kikas e à Indira Ramos por nos terem proporcionado a conclusão da nossa atividade, deixando-nos usar o forno das Quatro Talhas! Muito obrigado!!!







quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

História do Bolo-rei

Para começarmos a história do Bolo-rei teremos de recuar até aos Romanos. Nas Saturnais elegiam o Rei da Festa votando com favas, também o chamado Rei da Fava. Este voto com as favas terá vindo de um jogo de crianças, cujos votos era feito com favas. Esse jogo seria característico do mês de dezembro, por isso a Igreja Católica começou a relacioná-lo com a Epifania, com os dias 25 de dezembro e 6 de janeiro, relacionado com o dia de Reis, após a criação desse dia.

Entretanto a festa de Reis começou a ser celebrada na corte dos reis de França.
O bolo-rei como nós o conhecemos terá aparecido na corte do rei Luís XIV, de França, nas festas do Ano Novo e no Dia de Reis, aparecendo como Gâteu des Rois, traduzindo à letra como Bolo dos Reis.
Com a Revolução Francesa o bolo foi proibido, mas os pasteleiros não o aboliram completamente, pois eram uma boa fonte de negócio, e deram-lhe outro nome o Gâteus des san-cullottes.

Em Portugal  terá surgido pela primeira vez na Confeitaria Nacional por volta de 1869. Terá vindo com o proprietário, Francisco Júlio Cascai, que trouxera a receita de Paris. A pouco e pouco a receita generalizou-se e outras confeitarias começaram a fazê-lo.

Antigamente tinha fava e um brinde, que no início era um pequeno objecto de porcelana.

A Biblioteca irá tentar fazer um bolo-rei, que serão minis bolos-rei, para que cada criança e jovem  possa fazer o seu próprio bolo-rei.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Doce Natal II- Presente de Natal para o pai

No dia 21 foi a vez de fazermos o presente de Natal para o pai, mas também podia ser para o avô, padrasto ou tio.

Fizemos um porquinho mealheiro, para ajudar a poupar dinheiro.

É muito simples, basta uma garrafa de água de 33cl; cortar uma rolha de cortiça em quatro, para fazer as patas; fazer as narinas com um furador em cartolina amarela; tecido e caneta de acetato.

Com um x-ato foi feito um rasgo na garrafa para as moedas poderem entrar; depois cortámos um pedaço de tecido, mas que não tapasse a garrafa toda, assim vemos melhor as moedas lá dentro. Vimos onde estava o rasgo, para com a tesoura fazermos um rasgo parecido no tecido e colámos à garrafa. Os pedaços de cortiça foram colado, como se fossem patas; e as "narinas" na tampa da garrafa. Depois, na mesma cartolina amarela, cortamos triângulos para fazermos as orelhas. Dobrámos na ponta e colámos. Com a caneta de acetato fizemos os "olhos" na garrafa.

E o nosso porquinho mealheiro estava pronto!

Para finalizar, fizemos um embrulho com papel de jornal e está pronto a ser colocado debaixo da árvore de Natal e dar ao pai.